terça-feira, novembro 20, 2012
quarta-feira, novembro 14, 2012
8ª Ultrassom - 37 semanas e 4 dias
Esqueci o pedido médico, Dr. Harrison atrasou, Tan teve que ir na CAM em busca de Dr. Alissandro, mas no final tudo deu certo porque Deus é fiel.
Davi está encaixadinho, com movimentes cardíacos de 145bpm.
Chupa dedo alí dentro todo protegido (e apertado). A bochecha gorda kkkk. Lindo!!!
O liquído amniótico está em seu volume normal.
Diâmetro biparietal (DBP): 92mm
Circunferência cefálica (CC): 324cmm
Circunferência abdominal (CA): 337 mm
Comprimento Fêmur (CF): 73mm
Peso fetal estimado: 3233 grs
Obrigada Deus por sua fidelidade e pela completude de suas bençãos.
segunda-feira, outubro 22, 2012
7ª Ultrassom - 34 semanas e 2 dias
Obrigada Deus por sua misericórdia e por estar no comando!
Te esperamos Davi.
quinta-feira, setembro 20, 2012
6ª Ultrassom - 29 semanas e 5 dias
Incrível como Davi está lindo!
Hoje: 1kg 600grs, 38 cm, circunferências abdominal e cefálica proporcionais, 144 bpm, chupando língua, às vezes a mão. Perfeito!
Muito feliz te espero meu filho.
segunda-feira, agosto 27, 2012
5ª Ultrassom - 26 semanas e 2 dias
segunda-feira, julho 30, 2012
4ª Ultrassom - 22 semanas e 2 dias
quarta-feira, junho 20, 2012
3ª Ultrassom - 16 Semanas e 4 dias
Seja bem vindo DAVI !
Profetizo que, assim como o grande Rei de Israel, vem aí um "homem segundo o coração de Deus" (At. 13.22;I.Sm 13.14).
Obrigada Senhor por sua benção em nossas viidas, por seu perdão e sua graça.
Muito feliz!!!!
segunda-feira, maio 21, 2012
2ª Ultrassom - 12 semanas e 2 dias
Calota craniana íntegra, de contornos regulares. Foice cerebral presente e normal.
Osso nasal visualizado.
Batimento cárdio-fetais presentes e rítmicos.
Membros superiores e inferiores visualizados, com movimentação ativa durante o exame.
Translucência nucal (TN): 1,6 mm.
Não foram observadas anomalias estruturais fetais no presente exame.
segunda-feira, abril 09, 2012
1ª Ultra - 6 semanas e 2 dias
sábado, dezembro 03, 2011
Ainda filosofando...
É isso aí...
quinta-feira, novembro 10, 2011
Filosofando...
Este movimento (reflexão filosófica) exige uma fundamentação racional do que é pensado e para que se alcance uma compreensão fundamentada, organiza-se em torno de três grandes grupos de questões, sendo: i) Porque: Quais os motivos, as razões e as causas para o que é pensado, dito ou realizado? ii) O que?: Qual o conteúdo ou o sentido do que é pensado, dito ou realizado? iii) Para que?: Qual é a intenção ou a finalidade do que é pensado, dito ou realizado?
segunda-feira, março 28, 2011
Inovação e Comunicação
De acordo com Hastenreiter (2011), nas organizações a inovação está intimamente ligada à busca de mudança. Portanto para ser inovador é preciso ser criativo, desafiar a tradição e a lógica. Salienta-se que a inovação necessita ser um processo gerenciado e contínuo, visto que é tida como um dos fatores determinantes para o crescimento econômico, permitindo aumentar a competitividade das organizações.
A cultura organizacional pode ser determinada por suas estratégias, estruturas e processos de trabalho, estilos de liderança, comportamentos e processos de comunicação internos. É importante que estes aspectos, definidos e tratados pela gestão organizacional, valorizem o processo inovativo, colocando a inovação em papel de destaque.
Para se alcançar este patamar é preciso implantar e promover uma Cultura da Inovação, garantindo com isto um ambiente de inovação satisfatório. O sucesso desta promoção depende não só do ambiente externo e de regulação, mas do uso adequado de ferramentas para indução da inovação.
Empresas inovadoras, além de investir em P&D - Pesquisa e Desenvolvimento buscam empreender esforços em capacitação e gestão do conhecimento, incentivar novas atitudes comportamentais por meio de orientação e criação de um ambiente favorável às mudanças e proatividade, bem como ter uma política de reconhecimento eficaz, que valorize a propriedade intelectual dos seus colaboradores. Os líderes têm papel ativo neste processo, sendo motivadores, verdadeiros agentes de mudança.
Diante disto, é possível afirmar que a comunicação contribui com a inovação do ponto de vista que, internamente, propicia a circulação de conhecimento e mobilização de competências, estimula a participação dos colaboradores nos projetos da organização, além de funcionar como difusora de estratégias. Externamente, a comunicação ainda contribui para a gestão dos relacionamentos sendo o canal de interação com clientes, comunidade, instituições de pesquisa, fornecedores e imprensa.
Nota-se que as empresas possuem forte dependência com o ambiente que as envolve, não somente ambiente interno, mas econômico, social, político e tecnológico, alem de clientes e fornecedores.
A possibilidade de inovar também está relacionada à forma como a organização estabelece relações com seus potenciais clientes – buscando conhecer suas necessidades e atributos esperados – e com os demais atores do mercado.
Thayer (1979, p.120) destaca que “é a comunicação que ocorre dentro da organização e a comunicação entre ela e seu meio ambiente que a definem e determinam as condições da sua existência e a direção do seu movimento”.
Neste contexto, infere-se a comunicação como ponto indissociável da inovação, sendo imprescindível desde o início de qualquer mudança e podendo auxiliar sobremaneira na promoção da cultura da inovação.
Para que uma organização possua de fato cultura de inovação é preciso, antes de tudo que haja uma percepção coletiva acerca de diversos aspectos que caracterizam a inovação no contexto das suas atividades meio e finalísticas.
Isto inclui um senso comum do que seja Inovação para a empresa, que tipos de iniciativas, idéias e projetos de inovação serão apoiados, implementados e reconhecidos e, finalmente, como estas ações serão avaliadas em vários contextos. [...] Há de se reconhecer, portanto, que a empresa terá incorporado de fato inovação à sua cultura, quando no contexto da gestão organizacional, possa se reconhecer de foram inequívoca os elementos específicos que caracterizam a gestão da inovação. (HASTENREITER, 2011, p. 326)
Afirma-se que a comunicação como condutora de processos interativos é eficaz para fornecer contextos e impulsionar novas práticas, tornando o ambiente da empresa sensivelmente mais apto para a inovação.
Ainda no que se refere à promoção da cultura da inovação em uma organização, entende-se que a comunicação deve auxiliar no compartilhamento das melhores práticas com a divulgação de idéias bem sucedidas, o que é relevante para o surgimento e prática das grandes idéias.
A comunicação também permite a organização aprender por meio da gestão do conhecimento sendo fundamental para o sucesso na implementação de projetos e possibilita feedback e uma consciência adaptativa e criativa da empresa e colaboradores com a criação e manutenção de clima organizacional favorável e estimulante da capacidade de reinvenção e inovação. Ademais, a comunicação sendo explorada de forma efetiva em todos os níveis apresenta-se como instrumento fundamental para o processo, promovendo a coesão dos colaboradores em torno dos valores inovativos da empresa.
HASTENREITER, Horacio. Comunicação e Marketing. Gestão da Inovação – 7º Semestre. Salvador: Universidade Salvador – UNIFACS – Laureate Internacional Universities, 2011.
THAYER, Lee Osborne. Comunicação: fundamentos e sistemas na organização, na administração, nas relações interpessoais. Tradução Esdras do Nascimento e Sônia Coutinho. 1ª Ed. São Paulo: Atlas, 1979.
Disponível em: <http://www.facadiferente.sebrae.com.br/>. Acesso em: 27 Mar. 2011.
sábado, fevereiro 19, 2011
40 Anos. Por muitas vezes, nem me dou conta de que já passou tanto tempo...
Estou feliz e agradecida a Deus por mais um ano e por tudo que Ele tem realizado em minha vida.
Os últimos 30 meses foram intensos e de certa forma responsáveis por este momento atual.
Os cortes, decisões difíceis encaradas sem medo, fizeram brotar novos caminhos nesta minha estrada... Hoje, colho os frutos com uma vida tranquila, totalmente equilibrada nos sentidos materiais e espirituais, e é por isto que tenho muito para comemorar e agradecer.
Agradeço a Edval e Joselita.
Ele, que apesar de seu jeito duro, é pai presente e com certeza me ama, mesmo entre as constantes reclamações. Ela, que me tira a paciência, mas é sem dúvida minha maior ajudadora e protetora, seja em orações ou no dia a dia com cuidados constantes. Maltrato-te, mas te amo mãe.
Agradeço aos irmãos Eri e Ní.
Ele, distante fisicamente, mas presente nos pensamentos e carinho. Ela, minha sombra (ou eu seria a dela??). Ao lado de quem repouso e sinto brisa. Ela, que quero sempre comigo e quando falta, estou incompleta.
Aos meus sobrinhos amados. Um mais que outro em cada momento.
Gui, esta hiperatividade que me enlouquece e me diverte. Amo seu sorriso e aquele “Tia” de quando quer algo de mim.
Erick, com a ternura inigualável, a atenção e o cuidado que encantam (mesmo quando a gente tira várias lasquinhas dele).
Chell, minha primogênita, que “cresce” linda e que com certeza “aparecerá” melhor a cada dia. Minha boneca predileta: “Preguicinha da Estrela”. Amo deste jeito mesmo.
Agradeço aos amigos... Todos eles... os de ontem, os de hoje, os que virão amanhã...os de sempre. Não posso citar todos aqui (sem ciúmes, por favor!), mas agradeço em especial à “Verildes” (que não foi citada como irmã, pra não ser privilegiada com dois parágrafos, rsrs). Vera é a minha referência de amizade. Sem dúvida: a mais presente, companheira e sofredora das amigas. A que me ouve de graça, a que me presenteia todos os dias com sua presença e a que mais me estressa.
Não posso esquecer a categoria primos-irmãos. Nesta Vivi desbanca e manda sozinha. Apesar de estar ausente este último ano, está sempre em meu coração. Te amo prima.
E por último - mas não menos importante - agradeço a Tan (e o faço todos os dias), que estando em minha vida, vem tornando-a mais feliz e completa. Obrigada por sonhar junto comigo e mostrar-me em pequenos gestos e palavras como é possível realizar cada dia e amar no seu sentido mais profundo. Sou grata a Deus por ter me dado você e ainda de “quebra”, uma família tão querida.
Enfim, agradeço a Deus pela minha vida e de todos vocês e peço que estejam sempre ao meu lado. Faltando um, não serei a mesma.
quarta-feira, dezembro 15, 2010
Globalização, domínio tecnológico e convergência de novas mídias
A competitividade e a intensidade desta concorrência global elevam padrões e esforços devem ser empreendidos no sentido de agregar capacidades, maximizar recursos, dominar e criar tecnologias (não apenas depender dos pacotes prontos).
Neste contexto de alucinante velocidade de informação e necessidades humanas, a convergência de mídias apresenta a possibilidade de atingir e interagir com diversos públicos com o que há de melhor no uso planejado de mídias impressa, interativa e eletrônica.
Esta convergência também tem colaborado para modificar o mercado atual. Diversas marcas já enxergam o quanto é lucrativo entrar no cotidiano dos consumidores e para isto utilizam-se das diversas mídias existentes, gerando retorno aos seus investimentos.
Percebe-se que é a somatória destes fatores como os que aqui citamos (o ritmo trazido pela globalização, avanços tecnológicos, a consolidação da internet) que tem despertado as grandes marcas para a busca do novo e o lucro decorrente disto.
Um desenho ou um filme parece funcionar como ponto para o desenvolvimento de estratégias de marketing e publicidade, promovendo-se marcas e lançando produtos e serviços variados.
Vejam “Transformers”. Surgiu como desenho animado e logo depois tornou-se longa metragem de animação. O Filme, por sua vez, gerou um conteúdo complementar para outras plataformas como quadrinhos, brinquedos, jogos de videogame, etc.
terça-feira, dezembro 07, 2010
Mídia e Transmídia
Transmídia, por sua vez, trata-se de ferramentas criadas para permitir a abordagem de conteúdos em diversas mídias, gerando interesse e envolvimento do público.
O uso da narrativa transmidiática tem contribuído para modificar o mercado atual e diversas marcas já enxergam o quanto é lucrativo entrar no cotidiano dos consumidores, permitindo inclusive o despertar de sua criatividade, participação e busca de novos significados. A transmídia apresenta a possibilidade de atingir e interagir com os diversos públicos com o que há de melhor no uso planejado de mídias impressa, interativa e eletrônica, já que cada plataforma de mídia pode mostrar um novo significado, um novo conteúdo, capaz de agregar valor a marca, promover produtos, etc. Nas campanhas de comunicação, este conceito permite impactar maior número de pessoas das mais variadas formas e consequentemente obter o maior retorno possível.
Avatar, filme vencedor de três Oscars, alcançou bilheteria superior a 2 bilhões de dólares no mundo, de acordo com o Cineplayers[1].
Além de gerar conteúdo complementar para outras plataformas como Livros e Internet, Avatar (o filme) conseguiu funcionar como um ponto de partida para o desenvolvimento de estratégias de marketing e publicidade, promovendo marcas e lançando produtos e serviços dos mais variados.
Para divulgação de Avatar, a Fox Filmes do Brasil, utilizou recursos em salas de cinemas de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais e em parceria com o Google, desenvolveu um formato de publicidade utilizando o aplicativo “Promova” do Orkut. O anúncio foi veiculado em formato de vídeo, onde os usuários poderiam promover o filme junto a sua rede de contatos. A vantagem nesta inovação é a interatividade. A parceria permitiu o compartilhamento do conteúdo entre amigos, fazendo com que o material gerado se espalhasse rapidamente pela Rede.
A Coca-cola também participou da divulgação através do recurso de realidade aumentada com um vídeo na internet que mostra um cidadão apontando o código AVTR da garrafa de Coca-Cola ZERO para sua webcam, que detecta o código, transmite ao hotsite da campanha e faz exibir naves do planeta Pandora (cenário de Avatar).
Fonte: http://www.geracaointernet.com/wp-content/uploads/2009/11/avatarcoke1.jpg
A estratégia de comunicação deu certo. O filme ainda não havia sido exibido e a aventura já estava sendo apreciada pelo celular. Antes mesmo da exibição no cinema, a Fox atuou forte em merchandising, licenciando aproximadamente 125 produtos.
O próprio James Cameron em parceria com jornalistas Dirk Mathison, lançou o livro "Os Relatórios Confidenciais do Mundo de Pandora". O guia apresenta um conteúdo para quem gostou do filme e busca uma amostra do que ainda poderá ser produzido sobre o mundo de Avatar.
Segundo o site www.informevarzeanova.com.br, as maiores apostas do estúdio Fox Home Entertainment foram:
· “MATTEL Brinquedos - A empresa licenciou 42 produtos baseados no filme. Alguns deles vêm com uma etiqueta que pode ser escaneada por uma webcam para criar um avatar do brinquedo no computador. Os preços dos brinquedos vão de R$ 59,90 a R$ 159,00;
· UBISOFT Videogame - James Cameron's Avatar: O jogo é uma extensão natural do universo criado no filme, com seres humanos lutando contra os Na'vi em Pandora. Disponível para XBox, Nintendo Wii e Playstation;
· JEM SPORTSWEAR Roupas e acessórios - A empresa americana comprou os direitos de usar personagens e cenários do filme em camisetas, casacos, mochilas e bolsas;
· HARPERCOLLINS Livros - A editora já publicou quatro livros baseados em Avatar: três infantis e um para os aficionados, com detalhes sobre a fauna e a flora de Pandora e a cultura Na'vi;
· MILANI COSMETICS - conhecida nos EUA, a marca lançou uma linha de maquiagem inspirada no filme e é vendida em mercados e farmácias.”
O filme também foi utilizado como recurso de marketing para empresas já conhecidas do mercado, entre elas:
A Montadora CITROEN, que fez uma parceria com a Fox Home Entertainment e lançou a versão Picasso Avatar em três de seus modelos. Estes possuem adesivos alusivos ao filme e são equipados com sistema DVD. Salienta-se que uma cópia DVD do filme é recebida por quem adquire o veículo.
Fonte: http://quatrorodas.abril.com.br/noticias/citroen-lanca-linha-picasso-avatar-brasil-241888_p.shtml
Para despertar o interesse e trazer o consumidor para a história, a Citroen ainda lançou uma promoção querendo saber do internauta o que este “faria para voltar no mundo Avatar”. A página para resposta foi lançada em link na globo.com e os participantes concorreram a mousepads e games com a temática do filme.
Fonte: http://promocaolegal.com.br/promocao-avatar-citroen/
A empresa GAMELOFT produziu o game do filme para iPhone, buscando levar o usuário para mais uma aventura de volta ao mundo de Pandora (universo do filme no cinema).
O McDonald’s utilizou o conceito do filme em seus pontos-de-venda, utilizando cartões de realidade aumentada e em seu ambiente virtual (http://www.mcdonalds.com.br/avatar/) onde foi possível vivenciar o mundo de Pandora.
Já a Panasonic, divulgou a tecnologia Full HD 3D, promovendo o filme em parceria com os estúdios. Como parte do acordo, a marca ainda lançará uma campanha ligada a Avatar para promoção de seus produtos.
Observa-se o quanto foi lucrativa a estratégia de comunicação transmídia utilizada em Avatar. O filme ainda deve permanecer vivo nas memórias, e produtos consumidos por muito tempo, permitindo assim outras narrativas e novos negócios.
[1] http://www.cineplayers.com/filme.php?id=4595
sábado, outubro 03, 2009
Moral e Ética
Entende-se que a moral está diretamente relacionada ao momento histórico e social, justificando assim, a afirmação de que a moral nasce, muda e se desenvolve de acordo com a sociedade na qual está inserida.
A moral coletivista é característica das sociedades primitivas que não conhecem a divisão de classes ou a propriedade. Uma série de normas e mandamentos que favorecem o interesse coletivo surge a partir de atos que beneficiam os membros de uma comunidade. . A moral nasce com a finalidade de garantir a concordância do comportamento de cada indivíduo com estes interesses. Portanto, trata-se de moral única, que se dá pela força dos costumes e da tradição e é válida para todos os membros da comunidade. Com base nisto, tudo o que contribui para reforçar a união e coletividade é considerado bom, e de forma oposta, tudo que leve o indivíduo ao isolamento, a dispersar esforços é considerado mau.
Surge então a propriedade privada e a divisão de homens livres e escravos. Com esta mudança histórico-social, passam a existir duas morais: a dos homens livres, dominante e considerada verdadeira, e a outra, dos escravos. Com a passagem da sociedade escravista para a feudal e mais tarde com o nascimento da burguesia e a formação de classes de trabalhadores assalariados, nasce uma nova moral, tida como individualista e egoísta que caracteriza as relações sociais, marcadas pelo culto ao dinheiro, busca do máximo lucro com tendências de egoísmo, hipocrisia e individualismo exagerado. A moral burguesa é considerada alheia aos seus verdadeiros interesses humanos e de classe social.
À medida que a consciência dos interesses e valores de grupos organizados faz brotar lutas, novas políticas econômicas e sociais, a moral até então dominante passa a ser substituída pela moral contemporânea.
Atualmente, podemos perceber que existe uma série de morais. O comportamento é regido pelos valores transmitidos pela família, pela Igreja, pelas relações nos demais setores da sociedade e até mesmo pelo exame individual da consciência.
Ética e Moral
“Moral é o sistema de normas, princípios e valores, segundo o qual são regulamentadas as relações mútuas entre os indivíduos ou entre estes e a comunidade, de tal maneira que estas normas, dotadas de um caráter histórico e social, sejam acatadas livres e conscientemente, por uma convicção íntima, e não de uma maneira mecânica, externa ou impessoal”. (VASQUEZ, 1983 apud SANTOSI, 2007)
O conceito de moral é construído histórica e socialmente, pois está diretamente relacionado à sociedade em que está inserida, seus valores e interesses. A moral é normativa e pode ser definida como regras de convívio ou um conjunto de princípios, normas, costumes e valores que norteiam o comportamento do indivíduo na sociedade.
A ética, embora teórica, não é uma simples descrição. É uma ciência que tem como objeto de estudo a moral, estudando-a e investigando-a.
Segundo Dantas (2009, p. 27), a “ética é a teoria ou ciência do comportamento moral dos homens em sociedade”, e como ciência busca explicar e justificar os costumes de uma determinada sociedade, estudando as opiniões e julgamentos acerca do comportamento do homem, podendo assim servir de apoio para a solução de problemas comuns.
Trabalho apresentado aos Professores Daniel Magnavita e Maria Pereira dos Santos, como parte do processo de avaliação individual da disciplina Ética e Responsabilidade Social, do curso de Graduação em Comunicação e Marketing.
REFERÊNCIAS
DANTAS, Elizabeth. Comunicação e Marketing. Ética e Responsabilidade Social – 5º Semestre. Salvador: UNIFACS Universidade Salvador, 2009. Adaptação: Clarissa Braga.
INTERNET
Disponível em: http://www.consciencia.org/eticasantosi.shtml . Acesso em 26 Set 2009.
domingo, setembro 20, 2009
Marketing de Varejo
O texto traz uma reflexão sobre o conceito de varejo e o desafio da atividade de marketing numa sociedade de transformações como a dos dias atuais e a importância da fidelização. Com base na análise deste caso, apresentam-se as seguintes conclusões:
Diferenças trazidas pela concorrência acirrada: A velocidade da globalização impacta diretamente no processo de venda e no comportamento do consumidor. O cliente, que se tornou cada vez mais exigente e consciente de seus direitos e poder de compra, passa a ser objeto de uma conquista que se dá principalmente pela qualidade no atendimento e não apenas pelo valor dos produtos e serviços oferecidos. A percepção do valor agregado e a busca contínua pela satisfação do público é inclusive, resultado de uma estrutura competitiva de mercado. Disto, decorre a necessidade de investimento nos colaboradores de forma a melhor capacitá-los para o atendimento a manutenção do nível de qualidade mais elevado deste.
Passos para conquista do público: Neste ambiente de concorrência acirrada, cita-se que o varejo deve se transformar continuamente para atender às necessidades do mercado e do consumidor. O autor cita que para conquistar o público, é preciso atentar para passos fundamentais como: Planejamento, Habilidade, Ação e Controle que implicam em organizar recursos e ações que deverão ser executadas, explorar habilidades pessoais para garantir o sucesso deste planejamento, a ação em si e seu controle, incluindo resultados parciais e finais.
O varejista e o marketing de varejo:
Enquanto o varejista serve de ponte entre fabricantes, atacadistas e fornecedores até o consumidor final, o marketing de varejo se preocupa com a relação deste último com o varejista. O autor define o marketing de varejo como sendo o "instrumento fundamental do empreendedor" para a conquista do novo cliente e fidelização deste e dos já existentes, através da manutenção do momento de satisfação que estes devem experimentar, desde a primeira vez que adentram a determinado estabelecimento.O marketing de varejo na capital paraibana do ponto de vista do autor: Entende-se que os segmentos abordados pelo autor não compreendem que clientes satisfeitos convertem-se em lucro par as organizações. Faltam técnicas e não há preocupação com o marketing de varejo em suas ações. Mitchell complementa que nos segmentos de shoppings, supermercados e redes de postos de gasolina da capital paraibana não há estratégias de fidelização do cliente ou planejamentos duradouros, e sim promoções isoladas.
Principais sugestões do autor para enfrentar a ocorrência: Colocando em prática o marketing varejista, o autor sugere o uso de técnicas de varejo conhecidas e novos conceitos de atuação mercadológica. Deve-se conhecer o cliente, enxergando-o como ponto fundamental para o sucesso da organização e atribuir valor aos serviços e produtos oferecidos. A parceria e cooperação também devem ser fortalecidas para aumentar a vantagem competitiva. Mais especificamente, em relação aos segmentos estudados, cita-se como exemplos: alternativas de transporte (leva e traz), preocupações com a acessibilidade (carrinhos motorizados) e cartões de fidelidade, entre outros.
Analisando como se encontram em Salvador, as ações de marketing de varejo nos três setores citados no texto, sendo: shoppings, supermercados e redes de postos de gasolina, pode-se concluir que é razoável o trabalho até então realizado. Buscando adaptar-se a falta de tempo comum em nossas dias e a busca pela conveniência, as empresas tem buscado adaptações. Em shoppings como o Iguatemi e Supermercados como o Extra, tem-se o serviço de transporte através de vans/ micro-ônibus que fazem a condução de clientes residentes e/ou que se encontram nas proximidades dos estabelecimentos. Também é possível antecipar-se à compra pelo acesso aos sítios da internet. Ações como caixas de sugestões espalhadas no interior das lojas e carrinhos elétricos que facilitam a locomoção de idosos ou deficientes já são mais comuns nestes segmentos. O uso de cartões de crédito próprios também funcionam como fomentador do comércio e o cartões de fidelidade, como Ipiranga, Petrobrás, Bomclube são benefícios agregados aos serviços prestados. No que se refere aos Postos de gasolina, apesar da cartelização percebida, percebe-se uma maior preocupação com o atendimento e satisfação dos clientes usuários.
sábado, agosto 22, 2009
O presente trabalho se propõe a identificação e avaliação das cores institucionais de três empresas situadas no segmento de Instituições Financeiras, sendo elas: Banco do Brasil, Banco Itaú e Banco Real AMRO Bank, com relação aos contrastes propostos por Johannes Itten, estendendo-se a uma análise comparativa de cada uma das três empresas selecionadas quanto à pregnância visual.
1º EMPRESA: BANCO DO BRASIL
A Instituição tem como cores institucionais: Azul e Amarelo.
A combinação destas cores remete muito facilmente ao Contraste Quente-frio, considerado que a identidade tem em sua composição, uma cor quente como Amarelo em contraposição com o Azul que é uma cor fria. Embora tratem-se de cores opostas, existe um equilíbrio na combinação das matizes, o que traz um efeito harmonioso e revela o Contraste Complementar.
As cores institucionais estão aplicadas nas Agências bancárias, em sua publicidade e no material impresso disponibilizado ao cliente.
2º EMPRESA: BANCO ITAÚ
Cores institucionais: Azul, Laranja e Amarelo.
O uso destas cores na identidade visual da empresa remete primordialmente ao Contraste Quente-frio. Observa-se a combinação do Azul que é uma cor fria em contraposição com o quente do Laranja e do Amarelo, o que dá um dinamismo ao conjunto e ao mesmo tempo harmoniza a composição pelo Contraste Complementar. A sensação de afastamento/ distância produzida pelo Azul, reforça a aproximação do Laranja e principalmente do Amarelo, destacando o nome da Empresa.
3º EMPRESA: BANCO REAL AMRO BANK
A Instituição tem como cores institucionais o Verde e Amarelo.
O contraste Quente-frio é facilmente observado pela composição do Verde com o Amarelo, porém cabe ressaltar que o uso proporcional da cor quente em relação à cor fria está bastante equilibrada, neutralizando um possível Contraste de Extensão.
As cores institucionais do Real Amro Bank são aplicadas em grande parte dos materiais disponibilizados pela empresa.
ANÁLISE COMPARATIVA
Através de uma análise comparativa das três empresas listadas neste estudo, observa-se que ambas atingem o objetivo no que se refere à pregnância visual. Exemplo disto é a facilidade com que o público relaciona as cores institucionais à sua marca. Desta percepção inicial, surge a necessidade de avaliação mais detalhada, conforme segue:
O Banco do Brasil firma suas cores institucionais – Azul e Amarelo – na memória do público em toda a sua exposição. Visitando uma de suas agências, observa-se que todo o estabelecimento é marcado pelo azul e pelo amarelo que apesar de ser uma cor forte (quente) se mostra bastante harmonizada ao conjunto, dando tom as placas de sinalização, merchandising, etc. Talvez por isto o público-alvo, ao deparar-se com estas cores tem a sensação de que o material está relacionado a aquela Instituição.
Avaliando o Banco Itaú, percebe-se que o trabalho de publicidade intensa atinge de forma bem clara aos objetivos da empresa em relação à identificação por suas cores. Pode-se dizer que existe pregnância visual. Por exemplo, é forte a percepção que se tem ao abrir o anúncio de revista onde foram colocadas apenas as cores laranja e azul, mesmo sem a marca, de que estamos nos referindo ao Banco Itaú. Isto é pregnância.
Quando observa-se o Banco Real, percebe-se que já existe a criação de uma experiência que está presente na composição de suas peças que usam sempre o Verde e Amarelo, porém essa aproximação está ligada não apenas pelas cores, mas pela forma do logo, o que facilita a percepção do público que rapidamente identifica a relação com a empresa. Atualmente estas cores aparecem sempre próximas aos tons de cinza. Talvez por conta do uso de papéis reciclados em sua comunicação escrita.
Desta análise, pode-se concluir que o Banco Itaú está à frente com relação ao uso de suas cores institucionais, sendo muito mais facilmente memorizado pelo público-alvo.
REFERÊNCIAS
SILVA, Carolina Fialho. Comunicação e Marketing. Módulo Comunicação Visual – 4º Semestre. Salvador: UNIFACS Interativa, 2009.
quarta-feira, junho 10, 2009
JUNIOR, Aluisio dos Santos Monteiro. O processo de armazenagem logística: o trade-off entre verticalizar ou Terceirizar.
Disponível em:
http://www.unifacsinterativa.edu.br/moodle/mod/resource/view.php?inpopup=true&id=50111. Acesso em: 27 fev. 2009.
A idéia central do texto é mostrar a análise do processo decisório na gestão logística no que se refere à Armazenagem e os custos envolvidos nesta decisão, considerando como possibilidades a estrutura e controle próprio da atividade ou a delegação desta tarefa a operadores logísticos, através da terceirização.
No texto, são abordados temas como:
• A relevância da armazenagem e justificativas para a sua adoção no gerenciamento logístico;
• Breve análise dos custos de armazenagem e métodos de custeio logísticos;
• A decisão de investir em instalações de armazenagem (multiplantas, individuais, integradas);
• Vantagens e desvantagens da verticalização logística;
• A decisão de terceirizar o processo de armazenagem. Suas vantagens e desvantagens.
Do texto, depreende-se que a estocagem de materiais possibilita um melhor gerenciamento entre as cadeias de suprimento, produção e distribuição. É neste contexto, que a armazenagem mostra sua importância dentro da logística, podendo inclusive orientar estratégias das empresas, considerando que a armazenagem correta e racional, tanto de matérias primas ou insumos, como de produtos semi-acabados ou acabados, além de reduzir custos e aumentar a satisfação do cliente - com a entrega do produto pretendido no tempo e lugar certos - fornece outros benefícios indiretos como a centralização de informações, seja em relação a pedidos ou estoque, ou relativas a remessas, etc.
Entre as razões para o armazenamento (estocagem) de produtos, o autor cita a redução dos custos de transporte e de produção e a coordenação entre demanda e oferta, já que na demanda variável ou sazonal, os níveis de produção podem ser melhor gerenciados com a armazenagem. Da mesma forma, os custos com a melhoria no transporte acabam sendo compensados com custos mais baixos no armazenamento.
Os custos de armazenagem são considerados fixos e indiretos, já que permanecem constantes mesmo na ocorrência de poucos produtos em estoque ou movimentação abaixo do planejado, pois dependem do espaço físico, pessoal e equipamentos. O autor discute-se que a avaliação incorreta dos custos pode levar os administradores a decisões ineficientes e prejudiciais a saúde da empresa, distorcendo os custos do produto. E para evitar esta incongruência, as empresas devem utilizar ferramentas de gestão de custos, algumas das quais são específicas para Logística, como o Método de custeio padrão - considerando apenas custos de matéria prima e mão de obra indireta - o qual necessita de uma metodologia de apoio e o Método ABC (Activity Based Costing), que foi desenvolvido a partir da constatação de que os custos são decorrentes das atividades necessárias à fabricação e comercialização dos produtos.
Quanto à estratégia de instalações, o texto destaca que é primordial atentar para o número de unidades necessárias em determinada atividade/ empresa, pois as questões operacionais e problemas organizacionais diferenciam-se de acordo com o modelo de armazém. A decisão de investimento também requer escolhas relativas a localização, dimensão e especialização ou foco das plantas individuais (atividades e capacidade alocada a cada unidade)
É possível concordar que somente levando-se em conta estes aspectos relevantes, a empresa tomará decisões acertadas e saberá como investir nas instalações para armazenagem em um processo de integração vertical que contribua para a competitividade global desta empresa no mercado.
Há que se destacar que a confiabilidade quanto à administração das instalações, está relacionada a alguns aspectos como: possibilidade e acesso a serviço de transporte, segurança do local quanto ao risco de furto, incêndio, etc. e atitude da comunidade e do governo em relação ao armazém. Entende-se que estes pontos não podem ser desconsiderados.
O autor descreve como vantagens da verticalização logística: a eliminação de custos de transações, impostos, comunicação, deslocamento e coordenação. Ainda justificam o investimento, estratégias de longo prazo como a intensa utilização das instalações, a disposição de pessoal e equipamentos especializados e o fato do local poder ter seu uso revertido no futuro, transformando-se em escritório ou instalação de produção.
Discute-se como desvantagem da verticalização: os altos custos incorridos com a contratação de mão de obra, construção ou aluguel da instalação e aquisição de equipamentos. Além disto, o autor faz menção a síndrome do monopólio, que algumas vezes pode levar a queda de eficiência e qualidade dos serviços ao cliente.
Faz-se necessário salientar que os processos logísticos têm se tornado cada vez mais complexos e sofisticados tecnologicamente, agregando maior valor ao negócio do ponto de vista estratégico, tornando-se assim um diferencial competitivo, que necessita de constante atualização. É sabido, porém que o aumento no porte da empresa e o grande número de atividades realizadas por esta - inclusive algumas não ligadas diretamente com seu negócio principal - acabam acarretando problemas gerenciais, tendo como consequência o aumento dos custos de produção e a perda da eficiência.
É exatamente diante desta constatação, que os gestores vem a deparar-se com o trade-off entre verticalizar ou terceirizar a atividade de armazenamento, processo este que assimila uma parcela significativa dos custos logísticos na cadeia de suprimentos.
Discutidas as opções e considerando ser a logística um elemento fundamental na elaboração das estratégias das organizações e na efetividade da atuação empresarial, temos que concordar que a decisão empresarial de terceirizar esta atividade é complexa e deve ser tomada com muita cautela pelos gestores, face os riscos existentes. Além disto, se faz necessário entender quais os custos associados na armazenagem que interferem nesse processo decisório.
Ademais, o sucesso desta decisão dependerá da forma como este processo de terceirização será gerenciado.
É possível entender que quando se pensa na terceirização das operações logísticas, a empresa está optando pela flexibilidade e adotando uma estratégia de redução de custos, ou pelo menos acreditando que conseguirá transformar custos fixos em custos variáveis.
Podemos perceber isto no exemplo de que necessidades sazonais de maior ou menor estoque poderão ser gerenciadas com o uso maior ou menor da instalação contratada.
Além disto, com a terceirização, a empresa poderá dedicar-se mais a sua atividade fim, concentrando-se em suas competências essenciais e assim buscando aumentar o nível dos serviços oferecidos aos seus clientes.
O autor aborda como algumas das principais vantagens em terceirizar o processo de armazenamento: a redução de investimentos em ativos, a relação custo e qualidade de serviços, maior flexibilidade operacional e a maximização de retorno sobre investimentos, com o ganho de tempo e espaço para dedicar-se ao desenvolvimento da competência de seu negócio.
Em contrapartida, o autor destaca algumas desvantagens na terceirização, como a perda de acesso a informações chaves do mercado, falta de envolvimento com as operações de campo e consequente perda de sensibilidade às mudanças necessárias. Além disto, poderá haver dependência excessiva da empresa ao operador logístico.
Em meu entendimento, estes pontos apenas reforçam a necessidade de realização de estudo analítico das possibilidades no gerenciamento das instalações, buscando decidir-se pela melhor alternativa para empresa, pois é preciso considerar que poderá haver situações onde terceirização não será possível ou não seria indicada como no caso de operações que precisem de competências muito específicas, ou até mesmo que demandem uma manipulação de informações julgadas estratégicas ou confidenciais.
O autor ainda salienta que a definição deste posicionamento, deve estar aliada a um conjunto integrado de decisões que envolvem políticas de serviço ao cliente, de estoque, de transporte e de produção, visam garantir a eficiência do fluxo de produtos ao longo da cadeia de suprimentos.
É possível concluir que a busca das empresas por competitividade conduz ao surgimento de novas estratégias de produção e dentro deste processo, a logística surge com participação relevante, sendo fundamental para a atuação empresarial no gerenciamento da aquisição, movimentação e armazenamento de materiais e pro dutos.
Não podemos deixar de considerar que a opção por umas das estratégias apresentadas neste texto, ou seja, pela manutenção e/ ou investimento em instalações próprias de armazenamento ou a terceirização da atividade dependerá do estudo da empresa, do produto em questão, assim como, dos objetivos que pretendem ser alcançados, da relação lucro e crescimento e da capacidade de inovar de cada empresa.
Ademais, em qualquer que seja a decisão empresarial, deve estar claro que a troca de informações entre os elementos da cadeia de produção e distribuição é essencial para o desenrolar eficiente e eficaz da atividade empresarial, tanto na redução dos custos como no aumento da satisfação do cliente.






