A notícia esperada: É um menino!!!
Seja bem vindo DAVI !
Profetizo que, assim como o grande Rei de Israel, vem aí um "homem segundo o coração de Deus" (At. 13.22;I.Sm 13.14).
Obrigada Senhor por sua benção em nossas viidas, por seu perdão e sua graça.
Muito feliz!!!!
quarta-feira, junho 20, 2012
segunda-feira, maio 21, 2012
2ª Ultrassom - 12 semanas e 2 dias
Comprimento cabeça-nádega (CCN): 66,0 mm.
Calota craniana íntegra, de contornos regulares. Foice cerebral presente e normal.
Osso nasal visualizado.
Batimento cárdio-fetais presentes e rítmicos.
Membros superiores e inferiores visualizados, com movimentação ativa durante o exame.
Translucência nucal (TN): 1,6 mm.
Não foram observadas anomalias estruturais fetais no presente exame.
Calota craniana íntegra, de contornos regulares. Foice cerebral presente e normal.
Osso nasal visualizado.
Batimento cárdio-fetais presentes e rítmicos.
Membros superiores e inferiores visualizados, com movimentação ativa durante o exame.
Translucência nucal (TN): 1,6 mm.
Não foram observadas anomalias estruturais fetais no presente exame.
segunda-feira, abril 09, 2012
1ª Ultra - 6 semanas e 2 dias
Saco gestacional único, bem implantadado, contendo embrião único, apresentando 08 mm de comprimento cabeça-nádega. Batimentos cárdio-embrionários presentes e rítmicos (140/min).
Resumo: Emoção pura. De repente tenho noção de que tem uma vidinha crescendo dentro de mim. Muito feliz. Obrigada Deus!
sábado, dezembro 03, 2011
Ainda filosofando...
Agora é a pergunta que não cala: O que é ética? No que se diferencia da moral?
Bem, a ética pode ser descrita como conjunto de padrões e costumes (princípios) disseminados pelas instituições como a família, a Igreja, pela Educação e pelas leis, com o fim de organizar a sociedade para uma vida em comum de forma harmoniosa. Savater (2004) se refere à ética como um “saber-viver” do homem em sociedade.
Já a moral é a escolha, a ação prática da ética.
Outra proposta interessante para este momento de esudo é relacionar Liberdade e Determinismo. E aí?
Penso que Liberdade se refere a autonomia. A condição que permite – dentro de alternativas possíveis – escolher um caminho a ser traçado, a ação diante dos fatos.
Já de acordo com o Determinismo, o mundo é regido por leis e necessidades naturais, ou seja, tudo que acontece decorre de causa e efeito.
Savater (2004) afirma que embora os seres humanos sejam programados pela natureza, podem ser – ou são – em parte resultado do seu querer. Justamente por isto, nunca é possível ter certeza absoluta com os homens.
Embora não sejam livres para escolher os acontecimentos (determinismo), os homens podem dizer “sim” ou “não” e escolher entre alternativas (liberdade). Exemplo desta relação pode ser encontrado no modo como os seres humanos respondem a mesma situação, como: sendo acometidos por uma doença, um homem pode abater-se, isolar-se e definhar até a morte, enquanto outro – optando submeter-se a condições e tratamento – mantém uma postura de força e esperança sendo levado à cura. Da mesma forma, profissionais submetidos a ambiente de pressão e estresse para atingimento de metas, podem reagir vigorosamente, lançando mão de novas estratégias para alcance do resultado, enquanto outros podem revoltar-se e queixar-se de assédio moral, pedir demissão, entrar numa depressão, etc. É preciso salientar que em qualquer das situações, a possibilidade de escolha, ou a escolha em si não é garantia absoluta de alcançar o esperado.
É isso aí...
quinta-feira, novembro 10, 2011
Filosofando...
Meu entendimento, a princípio, é que a Filosofia nasceu da necessidade de pensar e explicar a realidade, a natureza e as ações humanas de forma distinta do que se fazia na época.
Reconhecendo que os acontecimentos naturais e humanos são necessários por força de leis naturais ou da natureza humana, mas que também podem ser contingenciais, já que em parte dependem de escolhas, quando o homem se coloca em determinadas condições e que é necessário questionar/ refletir sobre o significado, as relações, a origem e as causas dos fatos e acontecimentos, os gregos inventaram a filosofia.
Em outras palavras, a admiração e o espanto com a realidade e a insatisfação com explicações míticas e tradicionais, levaram à indagação e a busca do saber, do conhecimento. Conhecimento este, acessível a todos por meio da razão e do pensamento.
No senso comum, a Filosofia é geralmente tida como uma ciência que busca refletir e explicar o porquê dos fatos e acontecimentos, ou simplesmente como a expressão do pensamento, idéias e valores da sociedade.
O conceito dado pelos gregos aponta para o fato de que a filosofia não é uma ciência e sim uma atividade de análise, reflexão e crítica em busca da elaboração de significações sobre a realidade, seres humanos, conteúdos, formas e procedimentos, buscando se afastar da subjetividade e do senso comum, mantendo sempre uma postura de investigação que leve a racionalidade, a compreensão fundamentada e ao conhecimento.
Como dito pelos estudiosos, a reflexão significa movimentar o pensamento de volta sobre si mesmo. Entendi que na reflexão filosófica, o pensamento retorna a si mesmo, interrogando-se sobre sua possibilidade, sem deixar de se voltar para as relações mantidas com outros seres humanos, coisas e fatos, sejam através da linguagem ou dos atos, fazendo com que as crenças cotidianas encontrem uma visão crítica de si mesmas.
Este movimento (reflexão filosófica) exige uma fundamentação racional do que é pensado e para que se alcance uma compreensão fundamentada, organiza-se em torno de três grandes grupos de questões, sendo: i) Porque: Quais os motivos, as razões e as causas para o que é pensado, dito ou realizado? ii) O que?: Qual o conteúdo ou o sentido do que é pensado, dito ou realizado? iii) Para que?: Qual é a intenção ou a finalidade do que é pensado, dito ou realizado?
Este movimento (reflexão filosófica) exige uma fundamentação racional do que é pensado e para que se alcance uma compreensão fundamentada, organiza-se em torno de três grandes grupos de questões, sendo: i) Porque: Quais os motivos, as razões e as causas para o que é pensado, dito ou realizado? ii) O que?: Qual o conteúdo ou o sentido do que é pensado, dito ou realizado? iii) Para que?: Qual é a intenção ou a finalidade do que é pensado, dito ou realizado?
Acho que é isso aí...
segunda-feira, março 28, 2011
Inovação e Comunicação
Pode-se dizer que inovar é buscar melhor desempenho econômico, gerando valor a partir da criatividade.
De acordo com Hastenreiter (2011), nas organizações a inovação está intimamente ligada à busca de mudança. Portanto para ser inovador é preciso ser criativo, desafiar a tradição e a lógica. Salienta-se que a inovação necessita ser um processo gerenciado e contínuo, visto que é tida como um dos fatores determinantes para o crescimento econômico, permitindo aumentar a competitividade das organizações.
A cultura organizacional pode ser determinada por suas estratégias, estruturas e processos de trabalho, estilos de liderança, comportamentos e processos de comunicação internos. É importante que estes aspectos, definidos e tratados pela gestão organizacional, valorizem o processo inovativo, colocando a inovação em papel de destaque.
Para se alcançar este patamar é preciso implantar e promover uma Cultura da Inovação, garantindo com isto um ambiente de inovação satisfatório. O sucesso desta promoção depende não só do ambiente externo e de regulação, mas do uso adequado de ferramentas para indução da inovação.
Empresas inovadoras, além de investir em P&D - Pesquisa e Desenvolvimento buscam empreender esforços em capacitação e gestão do conhecimento, incentivar novas atitudes comportamentais por meio de orientação e criação de um ambiente favorável às mudanças e proatividade, bem como ter uma política de reconhecimento eficaz, que valorize a propriedade intelectual dos seus colaboradores. Os líderes têm papel ativo neste processo, sendo motivadores, verdadeiros agentes de mudança.
Diante disto, é possível afirmar que a comunicação contribui com a inovação do ponto de vista que, internamente, propicia a circulação de conhecimento e mobilização de competências, estimula a participação dos colaboradores nos projetos da organização, além de funcionar como difusora de estratégias. Externamente, a comunicação ainda contribui para a gestão dos relacionamentos sendo o canal de interação com clientes, comunidade, instituições de pesquisa, fornecedores e imprensa.
Nota-se que as empresas possuem forte dependência com o ambiente que as envolve, não somente ambiente interno, mas econômico, social, político e tecnológico, alem de clientes e fornecedores.
A possibilidade de inovar também está relacionada à forma como a organização estabelece relações com seus potenciais clientes – buscando conhecer suas necessidades e atributos esperados – e com os demais atores do mercado.
Thayer (1979, p.120) destaca que “é a comunicação que ocorre dentro da organização e a comunicação entre ela e seu meio ambiente que a definem e determinam as condições da sua existência e a direção do seu movimento”.
Neste contexto, infere-se a comunicação como ponto indissociável da inovação, sendo imprescindível desde o início de qualquer mudança e podendo auxiliar sobremaneira na promoção da cultura da inovação.
Para que uma organização possua de fato cultura de inovação é preciso, antes de tudo que haja uma percepção coletiva acerca de diversos aspectos que caracterizam a inovação no contexto das suas atividades meio e finalísticas.
Isto inclui um senso comum do que seja Inovação para a empresa, que tipos de iniciativas, idéias e projetos de inovação serão apoiados, implementados e reconhecidos e, finalmente, como estas ações serão avaliadas em vários contextos. [...] Há de se reconhecer, portanto, que a empresa terá incorporado de fato inovação à sua cultura, quando no contexto da gestão organizacional, possa se reconhecer de foram inequívoca os elementos específicos que caracterizam a gestão da inovação. (HASTENREITER, 2011, p. 326)
Afirma-se que a comunicação como condutora de processos interativos é eficaz para fornecer contextos e impulsionar novas práticas, tornando o ambiente da empresa sensivelmente mais apto para a inovação.
Ainda no que se refere à promoção da cultura da inovação em uma organização, entende-se que a comunicação deve auxiliar no compartilhamento das melhores práticas com a divulgação de idéias bem sucedidas, o que é relevante para o surgimento e prática das grandes idéias.
A comunicação também permite a organização aprender por meio da gestão do conhecimento sendo fundamental para o sucesso na implementação de projetos e possibilita feedback e uma consciência adaptativa e criativa da empresa e colaboradores com a criação e manutenção de clima organizacional favorável e estimulante da capacidade de reinvenção e inovação. Ademais, a comunicação sendo explorada de forma efetiva em todos os níveis apresenta-se como instrumento fundamental para o processo, promovendo a coesão dos colaboradores em torno dos valores inovativos da empresa.
De acordo com Hastenreiter (2011), nas organizações a inovação está intimamente ligada à busca de mudança. Portanto para ser inovador é preciso ser criativo, desafiar a tradição e a lógica. Salienta-se que a inovação necessita ser um processo gerenciado e contínuo, visto que é tida como um dos fatores determinantes para o crescimento econômico, permitindo aumentar a competitividade das organizações.
A cultura organizacional pode ser determinada por suas estratégias, estruturas e processos de trabalho, estilos de liderança, comportamentos e processos de comunicação internos. É importante que estes aspectos, definidos e tratados pela gestão organizacional, valorizem o processo inovativo, colocando a inovação em papel de destaque.
Para se alcançar este patamar é preciso implantar e promover uma Cultura da Inovação, garantindo com isto um ambiente de inovação satisfatório. O sucesso desta promoção depende não só do ambiente externo e de regulação, mas do uso adequado de ferramentas para indução da inovação.
Empresas inovadoras, além de investir em P&D - Pesquisa e Desenvolvimento buscam empreender esforços em capacitação e gestão do conhecimento, incentivar novas atitudes comportamentais por meio de orientação e criação de um ambiente favorável às mudanças e proatividade, bem como ter uma política de reconhecimento eficaz, que valorize a propriedade intelectual dos seus colaboradores. Os líderes têm papel ativo neste processo, sendo motivadores, verdadeiros agentes de mudança.
Diante disto, é possível afirmar que a comunicação contribui com a inovação do ponto de vista que, internamente, propicia a circulação de conhecimento e mobilização de competências, estimula a participação dos colaboradores nos projetos da organização, além de funcionar como difusora de estratégias. Externamente, a comunicação ainda contribui para a gestão dos relacionamentos sendo o canal de interação com clientes, comunidade, instituições de pesquisa, fornecedores e imprensa.
Nota-se que as empresas possuem forte dependência com o ambiente que as envolve, não somente ambiente interno, mas econômico, social, político e tecnológico, alem de clientes e fornecedores.
A possibilidade de inovar também está relacionada à forma como a organização estabelece relações com seus potenciais clientes – buscando conhecer suas necessidades e atributos esperados – e com os demais atores do mercado.
Thayer (1979, p.120) destaca que “é a comunicação que ocorre dentro da organização e a comunicação entre ela e seu meio ambiente que a definem e determinam as condições da sua existência e a direção do seu movimento”.
Neste contexto, infere-se a comunicação como ponto indissociável da inovação, sendo imprescindível desde o início de qualquer mudança e podendo auxiliar sobremaneira na promoção da cultura da inovação.
Para que uma organização possua de fato cultura de inovação é preciso, antes de tudo que haja uma percepção coletiva acerca de diversos aspectos que caracterizam a inovação no contexto das suas atividades meio e finalísticas.
Isto inclui um senso comum do que seja Inovação para a empresa, que tipos de iniciativas, idéias e projetos de inovação serão apoiados, implementados e reconhecidos e, finalmente, como estas ações serão avaliadas em vários contextos. [...] Há de se reconhecer, portanto, que a empresa terá incorporado de fato inovação à sua cultura, quando no contexto da gestão organizacional, possa se reconhecer de foram inequívoca os elementos específicos que caracterizam a gestão da inovação. (HASTENREITER, 2011, p. 326)
Afirma-se que a comunicação como condutora de processos interativos é eficaz para fornecer contextos e impulsionar novas práticas, tornando o ambiente da empresa sensivelmente mais apto para a inovação.
Ainda no que se refere à promoção da cultura da inovação em uma organização, entende-se que a comunicação deve auxiliar no compartilhamento das melhores práticas com a divulgação de idéias bem sucedidas, o que é relevante para o surgimento e prática das grandes idéias.
A comunicação também permite a organização aprender por meio da gestão do conhecimento sendo fundamental para o sucesso na implementação de projetos e possibilita feedback e uma consciência adaptativa e criativa da empresa e colaboradores com a criação e manutenção de clima organizacional favorável e estimulante da capacidade de reinvenção e inovação. Ademais, a comunicação sendo explorada de forma efetiva em todos os níveis apresenta-se como instrumento fundamental para o processo, promovendo a coesão dos colaboradores em torno dos valores inovativos da empresa.
REFERENCIAS
HASTENREITER, Horacio. Comunicação e Marketing. Gestão da Inovação – 7º Semestre. Salvador: Universidade Salvador – UNIFACS – Laureate Internacional Universities, 2011.
THAYER, Lee Osborne. Comunicação: fundamentos e sistemas na organização, na administração, nas relações interpessoais. Tradução Esdras do Nascimento e Sônia Coutinho. 1ª Ed. São Paulo: Atlas, 1979.
Disponível em: <http://www.facadiferente.sebrae.com.br/>. Acesso em: 27 Mar. 2011.
HASTENREITER, Horacio. Comunicação e Marketing. Gestão da Inovação – 7º Semestre. Salvador: Universidade Salvador – UNIFACS – Laureate Internacional Universities, 2011.
THAYER, Lee Osborne. Comunicação: fundamentos e sistemas na organização, na administração, nas relações interpessoais. Tradução Esdras do Nascimento e Sônia Coutinho. 1ª Ed. São Paulo: Atlas, 1979.
Disponível em: <http://www.facadiferente.sebrae.com.br/>. Acesso em: 27 Mar. 2011.
sábado, fevereiro 19, 2011
Se alguns andam escondendo, eu passei os últimos meses divulgando e preparando para saudar a chegada da tão conhecida “idade de loba”.
40 Anos. Por muitas vezes, nem me dou conta de que já passou tanto tempo...
Estou feliz e agradecida a Deus por mais um ano e por tudo que Ele tem realizado em minha vida.
Os últimos 30 meses foram intensos e de certa forma responsáveis por este momento atual.
Os cortes, decisões difíceis encaradas sem medo, fizeram brotar novos caminhos nesta minha estrada... Hoje, colho os frutos com uma vida tranquila, totalmente equilibrada nos sentidos materiais e espirituais, e é por isto que tenho muito para comemorar e agradecer.
40 Anos. Por muitas vezes, nem me dou conta de que já passou tanto tempo...
Estou feliz e agradecida a Deus por mais um ano e por tudo que Ele tem realizado em minha vida.
Os últimos 30 meses foram intensos e de certa forma responsáveis por este momento atual.
Os cortes, decisões difíceis encaradas sem medo, fizeram brotar novos caminhos nesta minha estrada... Hoje, colho os frutos com uma vida tranquila, totalmente equilibrada nos sentidos materiais e espirituais, e é por isto que tenho muito para comemorar e agradecer.
A vida está apenas começando!
Agradeço a Edval e Joselita.
Ele, que apesar de seu jeito duro, é pai presente e com certeza me ama, mesmo entre as constantes reclamações. Ela, que me tira a paciência, mas é sem dúvida minha maior ajudadora e protetora, seja em orações ou no dia a dia com cuidados constantes. Maltrato-te, mas te amo mãe.
Agradeço aos irmãos Eri e Ní.
Ele, distante fisicamente, mas presente nos pensamentos e carinho. Ela, minha sombra (ou eu seria a dela??). Ao lado de quem repouso e sinto brisa. Ela, que quero sempre comigo e quando falta, estou incompleta.
Aos meus sobrinhos amados. Um mais que outro em cada momento.
Gui, esta hiperatividade que me enlouquece e me diverte. Amo seu sorriso e aquele “Tia” de quando quer algo de mim.
Erick, com a ternura inigualável, a atenção e o cuidado que encantam (mesmo quando a gente tira várias lasquinhas dele).
Chell, minha primogênita, que “cresce” linda e que com certeza “aparecerá” melhor a cada dia. Minha boneca predileta: “Preguicinha da Estrela”. Amo deste jeito mesmo.
Agradeço aos amigos... Todos eles... os de ontem, os de hoje, os que virão amanhã...os de sempre. Não posso citar todos aqui (sem ciúmes, por favor!), mas agradeço em especial à “Verildes” (que não foi citada como irmã, pra não ser privilegiada com dois parágrafos, rsrs). Vera é a minha referência de amizade. Sem dúvida: a mais presente, companheira e sofredora das amigas. A que me ouve de graça, a que me presenteia todos os dias com sua presença e a que mais me estressa.
Não posso esquecer a categoria primos-irmãos. Nesta Vivi desbanca e manda sozinha. Apesar de estar ausente este último ano, está sempre em meu coração. Te amo prima.
E por último - mas não menos importante - agradeço a Tan (e o faço todos os dias), que estando em minha vida, vem tornando-a mais feliz e completa. Obrigada por sonhar junto comigo e mostrar-me em pequenos gestos e palavras como é possível realizar cada dia e amar no seu sentido mais profundo. Sou grata a Deus por ter me dado você e ainda de “quebra”, uma família tão querida.
Enfim, agradeço a Deus pela minha vida e de todos vocês e peço que estejam sempre ao meu lado. Faltando um, não serei a mesma.
Agradeço a Edval e Joselita.
Ele, que apesar de seu jeito duro, é pai presente e com certeza me ama, mesmo entre as constantes reclamações. Ela, que me tira a paciência, mas é sem dúvida minha maior ajudadora e protetora, seja em orações ou no dia a dia com cuidados constantes. Maltrato-te, mas te amo mãe.
Agradeço aos irmãos Eri e Ní.
Ele, distante fisicamente, mas presente nos pensamentos e carinho. Ela, minha sombra (ou eu seria a dela??). Ao lado de quem repouso e sinto brisa. Ela, que quero sempre comigo e quando falta, estou incompleta.
Aos meus sobrinhos amados. Um mais que outro em cada momento.
Gui, esta hiperatividade que me enlouquece e me diverte. Amo seu sorriso e aquele “Tia” de quando quer algo de mim.
Erick, com a ternura inigualável, a atenção e o cuidado que encantam (mesmo quando a gente tira várias lasquinhas dele).
Chell, minha primogênita, que “cresce” linda e que com certeza “aparecerá” melhor a cada dia. Minha boneca predileta: “Preguicinha da Estrela”. Amo deste jeito mesmo.
Agradeço aos amigos... Todos eles... os de ontem, os de hoje, os que virão amanhã...os de sempre. Não posso citar todos aqui (sem ciúmes, por favor!), mas agradeço em especial à “Verildes” (que não foi citada como irmã, pra não ser privilegiada com dois parágrafos, rsrs). Vera é a minha referência de amizade. Sem dúvida: a mais presente, companheira e sofredora das amigas. A que me ouve de graça, a que me presenteia todos os dias com sua presença e a que mais me estressa.
Não posso esquecer a categoria primos-irmãos. Nesta Vivi desbanca e manda sozinha. Apesar de estar ausente este último ano, está sempre em meu coração. Te amo prima.
E por último - mas não menos importante - agradeço a Tan (e o faço todos os dias), que estando em minha vida, vem tornando-a mais feliz e completa. Obrigada por sonhar junto comigo e mostrar-me em pequenos gestos e palavras como é possível realizar cada dia e amar no seu sentido mais profundo. Sou grata a Deus por ter me dado você e ainda de “quebra”, uma família tão querida.
Enfim, agradeço a Deus pela minha vida e de todos vocês e peço que estejam sempre ao meu lado. Faltando um, não serei a mesma.
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